Rebeca Andrade dá show em sua apresentação ao som de: Baile de Favela

Em um dia de duas medalhas, a delegação brasileira terminou o domingo de Olimpíadas empolgada pelo desempenho de Rebeca Andrade na ginástica artística. Com apresentações destacadas no salto e no solo, ao som de “Baile de Favela”, a brasileira terminou com a segunda melhor soma de notas, apenas atrás de Simone Biles.

As boas apresentações de Rebeca Andrade também significam uma enorme superação. A ginasta já passou por três cirurgias de joelho, a última delas em 2019. Se as Olimpíadas tivessem sido disputadas em 2020, seria muito difícil que Rebeca chegasse aos Jogos – ela ainda precisava conquistar a vaga, já que o Brasil não conquistou a classificação por equipes. O adiamento acabou beneficiando a ginasta, que conseguiu se recuperar, conseguiu a vaga individual em junho e está em plena forma no Japão.

Enquanto Flavinha desistia da sequência da prova pela lesão, Rebeca foi para o salto e foi ainda melhor. Com duas apresentações muito seguras e de alta dificuldade, ela recebeu a nota final de 15.100, ficando atrás, novamente, apenas da norte-americanas Carey (15.166) e Biles (15.183). O último aparelho da rotação foram as barras assimétricas. Com uma série limpa, sua nota foi 14.200, insuficiente para a final no aparelho, mas que contribuiu para a ótima pontuação para a decisão do individual geral. Com uma somatória de 57.399, a brasileira ficou logo atrás de Simone Biles, com 57.731. Essa, aliás, será a primeira disputa de medalhas de Rebeca em Tóquio.

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